Alteração nos cronogramas foi realizada em consequência da pandemia do novo coronavírus.
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Coronavírus: o que você precisa saber e como se prevenir
Confira tudo o que você precisa saber para se preparar da melhor forma para encarar a Pandemia do Coronavírus
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Coronavírus: 7 dicas para estudar em casa e não perder o ritmo
Por causa da pandemia do covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2), escolas e cursinhos suspenderam as aulas. Mesmo sabendo que a paralisação é necessária, muitos alunos se preocupam com os prejuízos dessa quebra de rotina em ano de vestibular.
A preocupação é válida, mas o momento agora é de se cuidar e de encontrar maneiras de se adaptar à nova realidade e manter o ritmo de estudos em casa. Aproveite o ambiente seguro e familiar e o tempo que você economiza de transporte até o trajeto, para descansar antes de iniciar os estudos. Foco e determinação!
Para ajudar nesse período conturbado, George Balbinol, diretor de Negócios da Mangahigh, plataforma de recursos digitais adaptativos para o ensino-aprendizagem da matemática, separou algumas dicas para quem teve as aulas suspensas e vai precisar estudar em casa. Confira:
Siga uma rotina
A dica é seguir uma rotina similar à que teria se fosse para a escola: acordar cedo, vestir-se adequadamente, tomar o café da manhã no horário normal e focar nas atividades seguindo os conteúdos programáticos que seriam trabalhados em sala de aula. Recursos digitais oferecidos pela instituição de ensino são excelentes para esse momento, principalmente se eles possibilitarem que o professor acompanhe o desempenho dos alunos.
Defina um local de estudos
É importante que o estudante escolha um ambiente tranquilo no qual não seja distraído pelo que acontece em seu entorno e realmente possa focar.
Tenha equilíbrio
Pequenas pausas devem ocorrer com uma frequência semelhante à que teria na escola ou cursinho. E não se esqueça de se alimentar e se hidratar adequadamente.
Conecte-se com seus colegas
Mantenha contato. Em muitos momentos, vocês poderão trocar informações relevantes e tirar dúvidas uns com os outros. Que tal criar grupos de estudos em redes sociais, como WhatsApp ou Facebook?
Peça ajuda da família
Os familiares também têm um papel fundamental nessa mudança. É importante que os pais demonstrem interesse naquilo que os filhos estão aprendendo e que se disponham a ajudá-los quando possível.
Use a tecnologia a seu favor
É válido utilizar outras fontes de conhecimento, como a internet, para tirar dúvidas e aumentar o conhecimento. Considerando esse contexto, a Mangahigh, por exemplo, decidiu disponibilizar sua plataforma gratuitamente para escolas que suspenderam as atividades.
Mais uma dica: estude por meio de filmes, músicas e podcasts
Além da questão da saúde física, uma pandemia também mexe com o emocional das pessoas. Fazer coisas que te entretém e te distraem é muito importante no cenário em que vivemos. Se puder conciliar com os estudos então, melhor ainda! Estudar por meio de músicas, podcasts e filmes é uma ótima saída.
Para ajudar, separamos alguns conteúdos que a redação do GUIA preparou com muito carinho para vocês, como forma de sugestão de estudo. Que tal?
- 4 HQs brasileiras para refletir sobre a história do país;
- 7 documentários brasileiros que podem te ajudar no vestibular;
- 9 músicas sobre temas importantes da história nacional;
- 6 documentários sobre mulheres dirigidos por mulheres;
- Podcasts da USP podem ajudar nos estudos de atualidades para o vestibular;
- Gosta de história? 9 séries que você não pode perder;
- Conheça três livros de Angela Davis e saiba mais sobre os Panteras Negras;
- Conheça “Marca Texto”, o podcast de literatura do GUIA DO ESTUDANTE;
- 7 canais no YouTube que vão te ajudar em cada disciplina do Enem.
Bons estudos!
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Se você vai fazer Home Office, precisa ler isso!
Reunimos as principais dicas para quem precisa fazer home office e trabalhar de casa
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O que é pandemia? Definição, histórico e gravidade
Uma semana atrás, na quarta-feira (11), a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a pandemia de covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2). Desde então, o termo não saiu dos noticiários. Como cidadão e vestibulando, é importante você saber direitinho o que isso significa.
Segundo a OMS, uma pandemia é a disseminação mundial de uma nova doença. O termo indica que a enfermidade se espalhou por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, falou sobre o uso inadequado e falta de conhecimento em relação a essa palavra. “Pandemia não é uma palavra para ser usada à toa ou sem cuidado. É uma palavra que, se usada incorretamente, pode causar um medo irracional ou uma noção injustificada de que a luta terminou, o que leva a sofrimento e mortes desnecessários.”
Diferenças entre surto, epidemia, endemia e pandemia
Outra confusão que pode acontecer é a da palavra “pandemia” com outros termos parecidos, mas saiba que as definições são diferentes, viu? Vamos deixar bem claro, então, a diferença entre surto, endemia, epidemia e pandemia. Saber isso, inclusive, pode ser uma excelente alternativa para acertar algumas questões, tanto na primeira, como na segunda fase dos grandes vestibulares.
Surto: ocorre quando há um aumento repentino do número de casos de uma doença em uma região específica.
Epidemia: é o aumento considerável do número de casos de determinada doença em diversas regiões no mesmo país.
Endemia: a questão não é quantitativa. Uma doença é classificada como endêmica quando acontece com muita frequência apenas em um local específico – não atingindo outras comunidades. Existem as chamadas áreas endêmicas: no caso do Brasil, por exemplo, é possível citar a febre amarela na Amazônia.
Pandemia: em uma escala de gravidade é o caso mais delicado. Ela se caracteriza por uma epidemia que se espalha por diversas regiões do planeta.
Histórico de pandemias de gripe
Agora que você sabe exatamente o que é uma pandemia, relembre alguns exemplos ao longo da história. Surgida no verão de 1580, uma gripe saiu da Ásia para a África e tomou a Europa em seis meses, chegando até a América do Norte. Talvez tenha sido a primeira pandemia de gripe. Deixou um número incalculável de mortos – apenas em Roma, foram 8 mil, 10% da população da época.
Outros casos parecidos ocorreram em 1729, 1781, 1830. Em 1889, uma nova pandemia surgiu em maio no sul da Rússia e se espalhou pela Europa: a gripe russa.
No começo de 1890, um barco a vapor da Alemanha levou a doença para Salvador, Bahia, infectando metade dos soteropolitanos. No Rio de Janeiro, o vírus ainda atingiu dom Pedro 2º, no finzinho da monarquia.
A mais grave das pandemias de gripe eclodiu no último ano da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), com, possivelmente, um surto nos EUA. O movimento das tropas espalhou a gripe espanhola (H1N1) pelo mundo, infectando 40% da humanidade em dois anos.
A última vez, antes do coronavírus, que a OMS tinha declarado uma pandemia foi em 2009, para o H1N1, a gripe A. Popularmente conhecida como gripe suína, teve os primeiros casos registrados no México em meados do mês de março de 2009. Depois espalhou-se pelo mundo e alcançando a Oceania. O vírus foi identificado como uma nova cepa do já conhecido Influenza A subtipo H1N1, o mesmo vírus responsável pelo maior número de casos de gripe entre humanos.
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UEL anuncia suspensão de chamadas de seus vestibulares – Vestibular Brasil Escola
Paralisação das atividades acadêmicas é decorrente da pandemia do novo coronavírus.
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Receita de bolinho de cenoura e combinações – Brasil Escola
Apresentamos esta receita de bolinho de cenoura e algumas combinações para trazer mais praticidade, alternativas e saúde ao preparo dos lanches das crianças.
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Cederj: solicitações de isenção e cotas do Vestibular 2020/2 já podem ser realizadas – Vestibular Brasil Escola
Período vai até o dia 27 de março. Inscrições da seletiva serão de março até maio.
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Constituição de 1946 – Brasil Escola
Constituição de 1946 ficou conhecida como um documento liberal que inaugurou a primeira experiência democrática do Brasil, mas ainda com sensíveis limitações.
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Coronavírus no Brasil: como a pandemia prejudica a educação
No começo do mês, a Unesco, órgão da ONU para a educação e cultura, realizou a primeira contagem global da situação educacional impactada pelo novo coronavírus. No relatório, foram registrados quase 300 milhões de alunos afetados em 22 países de três continentes pelo fechamento de escolas devido à expansão do vírus. De lá para cá, os números cresceram e mais instituições de ensino ao redor do mundo suspenderam as aulas.
São Paulo, que tem o maior registro de casos e a maior rede pública de ensino do Brasil, por exemplo, vai fazer uma paralisação gradativa das aulas até 23 de março. Instituições de nível superior, particulares e públicas, em sua maioria, também suspenderam as aulas. É evidente que a pandemia tem afetado todos os setores, inclusive a educação. E, diante disso, nos perguntamos: quais são os impactos para os alunos, professores e todos envolvidos?
O professor e especialista em gestão pública Renato Casagrande diz que ainda é preciso estudar mais a dimensão do problema e o impacto depende do tempo, se vai ter um agravante do surto ou não. “Tivemos como experiência o surto da influenza H1N1, há 11 anos, que suspendemos as aulas e, depois, foi necessário prorrogar o período de suspensão”. Ele exemplifica qual seria um agravante na situação no caso do Covid-19: “O verão está acabando e temos outono e inverno pela frente, e o vírus se fortalece em períodos mais frios. Tememos uma piora no cenário atual”.
Com as suspensão das aulas, muito se fala do uso das tecnologias para ensino e aprendizagem como uma forma de reparação dos danos aos alunos. Aulas a distância e plataformas digitais são mais palpáveis quando se trata de ensino superior, já que muitas faculdades já usam diferentes mídias. “Na educação básica, o problema é um pouco maior, porque as escolas não estão preparadas e rapidamente devem encontrar uma forma de introduzir e se adaptar às novas tecnologias. Mas não é impossível”, ressalta Casagrande.
Além disso, na educação infantil e no ensino fundamental, do 1º ao 5º ano, é muito difícil as crianças trabalharem sozinhas, elas precisam de acompanhamento e tutoria. O ensino a distância da maneira que conhecemos não é possível.
Fora da escola, mais um problema: para medidas tecnológicas serem efetivas todos os alunos precisam do acesso à internet. Infelizmente, essa não é a realidade brasileira. Segundo a Pesquisa TIC Domicílio, realizada em 2018, mais de 30% das casas não têm nem sequer acesso à internet, em geral as mais pobres.
“Essa questão vai acentuar a diferença de classes. A rede privada vai encontrar algumas soluções que demandam recursos financeiros, o que, para a escola pública, é muito mais difícil. Assim, os alunos do sistema público devem sentir mais os impactos”, conclui o professor.
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