5 carreiras para quem gosta de Química

Logo no início da vida escolar, professores de Ciências apresentam uma série de reações químicas que cativam os estudantes: materiais mudando de estado em questão de segundos, fumaças e novas cores surgindo a partir de duas ou mais substâncias. Com o tempo, as aulas ficam mais complexas e os cálculos aparecem, dificultando a vida de alguns e encantando ainda mais outros. 

E quem decide fazer da Química uma profissão tem uma missão importante para encarar: escolher, entre tantas, em qual área quer atuar. Para ajudar quem enfrenta esse dilema, separamos algumas possibilidades. Confira:

Química industrial 

As indústrias empregam muitos profissionais formados em Química, pois eles são indispensáveis para desenvolver produtos e tecnologias para o setor que envolvem a composição, propriedades e transformações de substâncias. Também podem gerenciar a linha de produção coordenando a instalação e a manutenção de equipamentos.

Química ambiental

Esse profissional é responsável por realizar vistorias, perícias, avaliações e pareceres e organizar medidas de conservação ambiental. Ele também pode desenvolver e acompanhar técnicas de tratamento de resíduos industriais, assim como monitorar e controlar riscos de contaminação.

Química forense

É a área da Química que auxilia na solução de casos criminais. O profissional realiza perícias e testes a partir de evidências, analisando materiais biológicos e outros vestígios extraídos de cenas de crimes ou acidentes. O químico forense também pode dar o parecer em conflitos judiciais.

Química de alimentos

Quem segue essa carreira pode atuar no controle de qualidade, na pesquisa e no desenvolvimento de produtos em indústrias alimentícias. Pesquisar a composição química de alimentos também é uma possibilidade.

Química medicinal

Também conhecida como química farmacêutica, a química medicinal é ideal para quem tem interesse por Química, Biologia, Biomedicina e Farmacologia. A carreira une esses conhecimentos para desenvolver ou aprimorar medicamentos.

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Coronavírus: como cuidar da saúde mental em tempos de pandemia

Além dos cuidados com a saúde física, como a importante higienização correta das mãos, não se pode esquecer que o nosso emocional também fica abalado com o distanciamento social, necessário para pausar a pandemia do covid-19. A overdose de informações, entre elas as fake news, causam ansiedade. O medo e a incerteza do momento prejudicam a saúde mental, isso é fato. Então, mais do que nunca, é momento de se cuidar. Mas como?

Faça atividades físicas

Se você já praticava, mas agora não pode ir à academia, não abandone os exercícios. Ou você que não é tão fã de esportes, que tal começar a se exercitar também? É importante para o seu corpo e sua mente: atividades físicas auxiliam na produção de endorfina, que ajuda no equilíbrio das emoções. Vale caminhada no quintal, esteira dentro de casa, pular corda no jardim, subir escadas. Improvise!

Mantenha o contato (virtual)

Mate a saudade com a tecnologia: abuse e use das vídeo-chamadas para colocar o papo em dia com quem você gosta. Fale de outras coisas além da pandemia, relembre bons momentos, faça planos. Amor e boas risadas sempre são ótimos remédios.

Use o tempo para colocar o estudo em dia 

Sabe aquele assunto que você tem mais dificuldade? Ou alguma aula que você perdeu e acabou deixando passar? Retome e aproveite esse tempo a mais para colocar em dia. Isso vai te dar uma sensação boa, de satisfação, além de trazer bons resultados no futuro.

Fazer cursos pela internet também é ótima ideia nesse período. Confira a lista que selecionamos de cursos online gratuitos para fazer durante a quarentena.

Coloque lazer na sua rotina

A gente fala muito de se adaptar e manter uma nova rotina de trabalho e estudo durante a quarentena, o que é de grande importância. Mas lembre-se de pensar no entretenimento também: depois que terminar suas tarefas do dia, não fique só esperando o tempo passar, reclamando do tédio. Que tal assistir àquele filme que te traz uma sensação boa de nostalgia? Ou fazer uma noite de jogos com os familiares ou amigos que moram com você?

Nesses dias, é importante se cuidar mais ainda, seja com uma boa dose de diversão, ou com exercícios de meditação e ioga. Faça o que você mais gosta (dentro de casa).

Atenção!

A preocupação faz parte do momento, mas como reconhecer que esse momento de crise está fazendo muito mal para o seu cérebro? Para responder, Saulo Nader, neurologista do hospital Albert Einstein, e a psiquiatra Maria Fernanda Caliani da clínica Neurologia e Psiquiatria fizeram uma lista de situações que podem estar acontecendo com você:
 
• Preocupação excessiva e desproporcional com o tema;
• Necessidade de ficar checando diversas vezes estatísticas e notícias sobre o assunto, de forma incessante; 
• Pensamentos repetitivos e intrusivos sobre isso a todo momento. Toda hora se pega pensando sobre a chance de infecção em você ou alguém de sua família;
• Medo exagerado. Sensação de aperto no peito, angústia ou ansiedade de ter contato com o tema e as notícias sobre o assunto;
• Rigidez excessiva nas medidas de prevenção. Incômodo excessivo em pensar que mãos ou partes do corpo podem estar contaminadas, levando a comportamentos repetitivos e exaustivos de lavagem de mãos ou partes do corpo;
• Aparecimento de sintomas como tristeza sem motivo aparente, perda de interesse em coisas que antes davam muita satisfação, queda na energia para realizar tarefas, ansiedade alta durante atividades do dia a dia, alterações no sono (ou insônia ou sonolência demais), alteração de apetite (aumento ou perda), crises de angústia, dificuldade em controlar as emoções, irritabilidade excessiva, intolerância e impaciência excessivas, entre outros.

Caso você não consiga lidar sozinho com a situação, procure ajuda médica. Muitos psicólogos estão com iniciativas online para ajudar a sociedade neste momento. Peça ajuda!

 

 

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Como usar seu repertório na redação da melhor maneira possível?

Você passa o ano inteiro acompanhando o noticiário, assistindo a filmes elogiados pela crítica, construindo relações entre os conteúdos de sala de aula e pensamentos filosóficos consagrados e até se programa para visitar museus e exposições. Além de aumentar seu repertório cultural para o dia a dia, a ideia é se sentir mais preparado para os vestibulares e, principalmente, para a redação.

Muitos estudantes investem no quesito “repertório”, mas não necessariamente sabem como aplicá-lo na hora da prova. “Utilizar o repertório científico, histórico, filosófico, cultural e artístico acumulado em sua vida escolar e social certamente é um modo de enriquecer o texto e impressionar a banca avaliadora. No entanto, não deve ser feito de modo aleatório, desconexo ou caótico”, explica Andréia Silveira Tavares, professora de redação do Maximize, de São Paulo.  

Por isso, é necessário organizar uma coleta de dados, autores, obras que reforcem e validem a análise que você decidiu fazer. Também é importante montar a sequência em que tais dados serão oferecidos, para que se crie o que a professora chama de uma progressão argumentativa.

Thiago Braga, professor e autor do Sistema de Ensino pH, destaca também a importância do repertório que será utilizado ter relação com o tema da proposta. “Muitos alunos memorizam ideias ou frases e querem forçar o uso na prova, mas isso, obviamente, não funciona”, diz. 

Outra dica é pensar em como articular a referência no texto. Ele vai ser usado para contextualizar a introdução? Para aprofundar ou dar base a um argumento? Aquele repertório precisa ter uma função clara no texto.

E, segundo o professor, precisa ser algo objetivo. “Ele não pode ser o cerne da argumentação, mas um instrumento em prol da contextualização”. Com isso em mente, não se esqueça também de dar os créditos de maneira correta.

Vale ressaltar que o Enem especificamente costuma exigir temas relacionados a atualidades, então uma orientação da especialista é que o candidato fique atento aos noticiários locais e nacionais. E como o exame adora a questão da interdisciplinaridade, é válido conectar disciplinas e temas já presentes na avaliação, como a Filosofia, a Sociologia e a Literatura. 

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“Tenho 6 semestres de Pedagogia, mas quero Serviço Social. Mudo de curso?”

Tenho seis semestres de Pedagogia e quero fazer Serviço Social. O que se aproveita?

Glaucia Santos

Por JULIANA RISSARDI, sócia-consultora da People & Results 

Oi, Glaucia, 

Cada faculdade/instituição de ensino tem um processo interno específico de aproveitamento de créditos ou disciplinas. É difícil dizer quais diretamente poderão ser aproveitadas. Minha recomendação é que você converse com a coordenação da faculdade em que você já está, por ser de mais fácil acesso, e solicite uma pesquisa de aproveitamento de créditos para o curso de Serviço Social. Só assim que você terá uma resposta precisa. 

Além disso, recomendo que você pesquise sobre o que é o curso de Serviço Social, quais as disciplinas, como é a carreira. Aproveite para pedir para assistir a algumas aulas como ouvinte antes de fazer qualquer mudança para saber se é exatamente isso que você quer. 

Envie suas dúvidas para nosso canal de Orientação Profissional

People & Results

Empresas são feitas de profissionais. São eles que constroem, transformam e perpetuam a cultura corporativa. Quando colocadas em posições que exigem aquilo que cada um tem de melhor, alcançam desempenho superior, são mais felizes. Portanto, cuidar da cultura da empresa e da carreira é peça fundamental na gestão de pessoas e para o sucesso nos negócios. Em suma, pessoas e resultados são o nosso negócio.
(A consultoria, especializada em carreira e cultura organizacional, responderá periodicamente as dúvidas dos leitores do GE).

 

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