8 documentários sobre as culturas indígenas

Já parou para pensar nas mudanças que ocorreram nas terras brasileiras desde a chegada dos primeiros colonizadores? Aqui, já habitavam diversos povos, com diferentes culturas e histórias, que em grande parte acabaram dizimados.

Séculos depois, as batalhas não cessaram e, mesmo de uma forma mais velada, ou não, os indígenas ainda lutam por seu espaço e reconhecimento no país. Pensando nisso, separamos 8 documentários que mostram a exploração, os conflitos e a cultura dos povos indígenas pelo Brasil.

Ex-Pajé 

<span class="hidden">–</span>Divulgação/Divulgação

Exibido no 68ª edição do Festival de Berlim, o documentário desperta a reflexão sobre como ocorre o extermínio da cultura de um povo. Na obra, que trata das grandes desigualdades sociais no Brasil, os índios da tribo Pater Saruí, que viviam isolados na Amazônia, foram, aos poucos, perdendo sua identidade por conta da invasão de suas terras. 

Disponível aqui.

Piripkura

<span class="hidden">–</span>Divulgação/Divulgação

Vencedor do prêmio de melhor documentário no Festival do Rio e do prêmio de direitos humanos no Festival Internacional de Documentários de Amsterdã, a obra conta a história de dois indígenas do povo Piripkura, conhecido como o “povo borboleta”. A comunidade nômade, praticamente extinta, sobrevive cercada por fazendas e madeireiros, no meio da Floresta Amazônica. 

Disponível aqui.

500 Almas

Em uma mistura de ficção e documentário, 500 Almas foca na cultura dos indígenas do povo Guató, do Mato Grosso do Sul. Dizimados por bandeirantes paulistas no século 18 e pela gripe, tuberculose e varíola, eles foram considerados extintos por mais de 40 anos, até serem redescobertos em bairros pobres de Corumbá, no mesmo estado.

Disponível aqui.

Indígenas Digitais

O documentário retrata a relação dos indígenas com a tecnologia e a comunicação. Por meio de celulares e câmeras, povos de diversas etnias registram seu dia a dia e rituais.

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Segredos da Tribo 

A obra dirigida por José Padilha (Ônibus 174 e Tropa de Elite), Segredos da Tribo é um longa-metragem documental sobre os estudos antropológicos feitos com os Yanomami, um dos povos indígenas mais numerosos e mais conhecidos da América do Sul, desde os anos 1960.

À Sombra de um Delírio Verde

<span class="hidden">–</span>Reprodução/Reprodução

À Sombra de um Delírio Verde mostra a exploração de indígenas Guarani Kaiowá do Mato Grosso do Sul em plantações de cana. No que restou de suas terras, encontram-se milhares de hectares de cana-de-açúcar plantados por multinacionais que, juntamente com governantes, apresentam o etanol para o mundo como o combustível “limpo” e ecologicamente correto, enquanto adultos e adolescentes são explorados nos canaviais. 

Disponível aqui.

Martírio 

Premiado no Festival de Brasília de 2016, o documentário também mostra o massacre enfrentado pela comunidade Guarani Kaiowá, assim como a desapropriação de suas terras e a luta desse povo contra os interesses do agronegócio brasileiro. 

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When Two Worlds Collide

<span class="hidden">–</span>Netflix/Divulgação

When Two Worlds Collide apresenta o conflito violento entre as tribos indígenas e o governo peruano pela terra e os recursos da Amazônia.

Disponível aqui.

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“Posso ser médica e biomédica ao mesmo tempo?”

Olá, gostaria de saber se é possível ser médica e biomédica ao mesmo tempo, pois sei que me sentiria mais completa podendo ajudar as pessoas tanto indiretamente (com pesquisas e desenvolvimento) como diretamente (atendimento médico). É possível atuar nas duas profissões? Caso eu faça Biomedicina e depois Medicina eu poderia eliminar matérias?

Camilla Deodato

Por JULIANA RISSARDI, sócia-consultora da People & Results 

Oi, Camilla, 

Sempre é possível ter duas carreiras, ou duas formações. Medicina e Biomedicina são formações bem diferentes em sua atuação, o que irá requerer que você escolha fazer uma de cada vez, já que a Medicina exige tempo integral praticamente. E dentro da Medicina você também pode escolher a carreira de pesquisadora, portanto fazendo as duas coisas: atendimento médico e pesquisa. O que acolheria os seus dois gostos. 

Importante você saber que é muito comum pessoas mudarem de curso no primeiro e até no segundo semestre de faculdade. Portanto, se você perceber que escolheu o curso que não gostou, não há problema de mudar para outro. 

Boa sorte!

Envie suas dúvidas para nosso canal de Orientação Profissional

People & Results

Empresas são feitas de profissionais. São eles que constroem, transformam e perpetuam a cultura corporativa. Quando colocadas em posições que exigem aquilo que cada um tem de melhor, alcançam desempenho superior, são mais felizes. Portanto, cuidar da cultura da empresa e da carreira é peça fundamental na gestão de pessoas e para o sucesso nos negócios. Em suma, pessoas e resultados são o nosso negócio.
(A consultoria, especializada em carreira e cultura organizacional, responderá periodicamente as dúvidas dos leitores do GE).

 

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6 mulheres que revolucionaram a ciência

Você sabia que a primeira pessoa a receber duas vezes um prêmio Nobel foi uma mulher? Sabe o nome da cientista que fez as pesquisas que futuramente embasariam a descoberta da estrutura do DNA? E quem fez o cálculo que permitiu que o homem orbitasse a Terra?

Selecionamos seis mulheres que fizeram a diferença em diversos setores, com descobertas, questionamentos e estudos.

Marie Curie (1867–1934)

<span class="hidden">–</span>Reprodução/Wikimedia Commons

Considerada a mãe da Física Moderna, Marie Curie é mundialmente conhecida por sua pesquisa pioneira sobre a radioatividade. Ela também é a responsável pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos destes elementos. Foi a primeira mulher a ganhar um Nobel e a primeira pessoa a receber duas vezes o prêmio: a primeira vez em Química, em 1903, e a segunda em Física, em 1911.

Nise da Silveira (1905-1999)

<span class="hidden">–</span>Reprodução/Reprodução

Nise da Silveira cursou Medicina na Faculdade de Medicina da Bahia, aos 21 anos, e se dedicou à psiquiatria. Ela ficou conhecida por ser contrária a métodos de tratamento comuns na sua época, como terapias agressivas de choque, confinamento e lobotomia. Além disso, ela foi a pioneira nas pesquisas das relações emocionais entre pacientes e animais.

Gertrude Belle Elion (1918-1999)

<span class="hidden">–</span>Reprodução/Reprodução

Bioquímica e farmacologista, Gertrude era especialista no tratamento de doenças como leucemia e gota, usando métodos inovadores de pesquisa. Além disso, em parceria com mais dois pesquisadores, seu trabalho foi fundamental para o desenvolvimento de medicamentos contra a aids. Por esse feito, eles ganharam o Prêmio Nobel de Medicina em 1988.

Johanna Döbereiner (1924-2000)

<span class="hidden">–</span>Reprodução/Reprodução

Johanna Döbereiner, indicada ao Nobel de Química em 1997, realizou uma série de pesquisas sobre fixação biológica do nitrogênio em leguminosas tropicais. Seu trabalho teve contribuição fundamental no programa brasileiro de melhoramento da soja, em 1964, revolucionando a agricultura do Brasil. 

Rosalind Franklin (1920–1958)

<span class="hidden">–</span>Reprodução/Wikimedia Commons

Foi a partir do trabalho de Rosalind Franklin que Watson e Crick descobriram a estrutura do DNA – sim, isso quase nunca é mencionado. Com doutorado em Física e Química, e por dominar as técnicas de cristalografia de raios-X, ela conseguiu criar imagens de raios-X do DNA.

Katherine Johnson (1918-2020)

Após se formar na escola com apenas 14 anos, aos 18, Katherine conseguiu seu diploma em Matemática e Francês. Começou a trabalhar na Naca (Comitê Nacional para Aconselhamento sobre Aeronáutica), que se tornaria a Nasa, e foi a responsável pelo cálculo que possibilitou que o astronauta John Glenn orbitasse a Terra. 

Sua dedicação também foi essencial para calcular a trajetória de voo do Apolo 11, que levou homens à Lua pela primeira vez, em 1969. Sua história serviu de inspiração para o filme Estrelas Além do Tempo.

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Contra fala de Bolsonaro, estados anunciam que vão manter aulas suspensas

Após pronunciamento polêmico de Jair Bolsonaro, que questionou a suspensão de aulas, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) se pronunciou nesta quarta-feira (25). Em nota, a entidade afirmou que os estados vão manter as aulas suspensas para conter a contaminação pelo novo coronavírus, o  Sar-CoV-2, que provoca a doença covid-19.

Na noite da terça-feira (24), Bolsonaro ignorou as recomendações das entidades de saúde sobre a importância do isolamento social para conter a transmissão do vírus e fez um pronunciamento pedindo o fim do “confinamento em massa” e questionando a suspensão de aulas. A Consed, que reúne as 27 redes estaduais, atendendo 16 milhões de estudantes, escreveu a seguinte nota como reposta,:

“O Conselho Nacional de Secretários de Educação informa que continuará seguindo as determinações dos Governadores de Estado, norteados pelas orientações da Organização Mundial de Saúde e das principais autoridades médicas e científicas internacionais e nacionais. Desta forma, manter as aulas presenciais suspensas é um ato de responsabilidade, para proteger não apenas a vida dos nossos estudantes e servidores, mas de todos aqueles que estão em seu entorno, especialmente os idosos e com doenças crônicas.”

O Conselho Nacional de Saúde considerou que o discurso do presidente, que chamou a doença de “resfriadinho”, “coloca em risco a vida de milhares de pessoas” e que é “uma afronta grave à Saúde e à vida da população”. Segundo a entidade, “a fala prejudica todo o esforço nacional para que o Sistema Único de Saúde (SUS) não entre em colapso diante do cenário emergencial que vivemos na atualidade”.

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Deezer libera canal gratuito de podcasts pra aprender idiomas estrangeiros

Para quem estuda uma língua estrangeira, podcast são uma ótima ferramenta de treinar a compreensão auditiva. E, com isso, em mente, há diversos podcasts para aprender idiomas disponíveis — são programas que não têm necessariamente um conteúdo educativo, mas falam num ritmo (e com um vocabulário) adequado para quem ainda está aprendendo aquela língua.

A plataforma de streaming de música Deezer liberou recentemente um canal exclusivo de podcasts para aprender línguas estrangeiras. Trata-se do Canal Aprenda um Idioma, que oferece gratuitamente programas voltados para quem estuda línguas como inglês, francês, espanhol, alemão, italiano, mandarim e japonês. Em alguns casos, há programas voltados para níveis de fluência diferentes de cada língua.

Uma das vantagens de aprender idiomas estrangeiros por meio de podcasts é a grande quantidade de programas disponíveis. De acordo com uma pesquisa encomendada pela própria Deezer, “o consumo de podcasts no Brasil como um todo, não apenas de educação e nem só na Deezer, subiu 67%”. Os temas mais populares são comédia, negócios e educação (nessa ordem).

Como ouvir os podcasts para aprender idiomas

Não é necessário realizar qualquer cadastro para ouvir os podcasts. O conteúdo está disponível gratuitamente tanto para quem é assinante da plataforma quanto para quem não tem o serviço. É necessário, no entanto, fazer um breve cadastro na plataforma (ou usar sua conta do Facebook ou Google para se cadastrar). Para usuários da versão gratuita, no entanto, os podcasts serão intercalados com algumas propagandas, e não será possível baixar os programas para ouvir offline.

Vale notar que há outras plataformas que também disponibilizam podcasts para aprender outros idiomas: o próprio Spotify, concorrente do Deezer, tem uma seleção que pode ser acessada na aba de “podcasts”, sob a categoria “educação”. O Estudar Fora também já fez uma seleção de podcasts para aprender outros idiomas, que você pode conferir por meio deste link.

Este texto foi originalmente publicado no portal Estudar Fora, da Fundação Estudar, parceira do Guia do Estudante. 

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