Se você está estudando para o Enem ou outro vestibular ou simplesmente gosta de ouvir um bom podcast então está no lugar certo! Neste espaço nossos professores abordarão diversos temas da atualidade, uma excelente oportunidade para se manter informado de forma divertida e inteligente.
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Atualidades #2: Futebol em tempos de coronavírus – Brasil Escola
No episódio de hoje falaremos sobre o tema Futebol em tempos de pandemia de coronavírus. O que mudará no esporte mais popular no Brasil e no mundo? Confira as principais medidas já tomadas por governos, entidades e clubes que envolvem muita preocupação nesse período.
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20 países já cancelaram o equivalente ao Enem devido à pandemia
Apesar de estudantes e organizações estudantis defenderem o adiamento do Enem 2020, já que a pandemia vai prejudicar o estudo de muitos de jovens sem acesso à internet, o Ministério da Educação já anunciou que a data do exame não sofrerá alterações. O que mostra que, segundo um levantamento do Instituto Unibanco, com esse posicionamento, o Brasil está na contramão das medidas adotadas no mundo.
Dos 27 países analisados, em todos os continentes, e todos eles muito afetados pela pandemia, apenas cinco mantiveram as avaliações de acesso à universidade na data prevista. Em 20 países, os exames que equivalem ao Enem ou foram cancelados ou foram substituídos por outra forma de avaliação. Na Itália e na Finlândia, a situação ainda é indefinida.
A pesquisa aponta que a Alemanha e Japão mantiveram a data, sem alterações no conteúdo ou no formato da prova. Já o Chile e Egito optaram por manter a data, mas com alterações no conteúdo ou no formato da prova. No caso dos Estados Unidos e Espanha eles adiaram a data e ainda fizeram alterações.
Confira o levantamento sobre a realização de exames educacionais
Em Gana, a prova que avalia se os estudantes podem entrar no ensino superior foi suspensa, sem nova data marcada, por enquanto. Na França e Reino Unido, os exames foram substituídos por outra forma de avaliação. Em países como China, Rússia e Irlanda, as provas foram adiadas.
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Insper prorroga inscrições do Vestibular 2020/2 e altera cronograma – Vestibular Brasil Escola
Interessados poderão se inscrever até junho. Seletiva aceita notas do Enem e exames internacionais.
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9 livros para quem sonha em ser jornalista
O bacharel em Jornalismo trabalha na busca de informações e na sua divulgação por meio de veículos de comunicação, como jornais, revistas, rádio, TV e internet. No seu dia a dia, ele investiga e divulga notícias de interesse público, redige e edita reportagens, faz entrevistas e escreve artigos, adaptando o tamanho, a abordagem e a linguagem dos textos ao veículo e ao público a que se destinam.
Fizemos uma lista com nove livros que são referência para quem decide seguir essa carreira. As obras registram relatos do dia a dia de jornalistas, coberturas famosas e mostram diversas histórias vividas por alguns profissionais da imprensa. Confira:
Fama e Anonimato, de Gay Talese
A obra reúne uma série de reportagens sobre pessoas famosas e anônimas de Nova York nos anos 1960. O autor, Gay Talese, é conhecido por ser um dos maiores nomes do chamado Jornalismo Literário. Os textos foram publicados em revistas americanas como Esquire e The New Yorker.
Um dos textos mais marcantes é o perfil de Frank Sinatra, considerado um clássico da literatura do século 20. Embora não tenha conseguido conversar com o cantor, Talese escreveu um perfil repleto de informações após entrevistas com pessoas próximas a ele.
Hiroshima, de John Hersey
Na obra, John Hersey descreve com detalhes a vida de sete personagens um pouco antes, durante e depois dos bombardeios atômicos em Hiroshima e Nagasaki, no Japão. Desde o que cada um fazia no momento do ataque até o impacto e consequências da radiação na vida deles, Hersey dá uma aula sobre Jornalismo Literário e impressiona com a riqueza de suas descrições. O texto que originou o livro foi publicado em uma edição inteira da revista The New Yorker, um ano após o bombardeio, em 1946.
A Sangue Frio, de Truman Capote
Em 1959, após ler a notícia de um assassinato brutal de uma família no interior do Kansas, nos Estados Unidos, o jornalista Truman Capote decide ir à cidade de Holcomb saber mais sobre essa história. A Sangue Frio é um romance de não-ficção baseado em uma reportagem dividida em quatro partes que Capote publicou na The New Yorker sobre o caso.
Capote relata os detalhes do assassinato depois de entrevistar moradores da região, os familiares das vítimas, policiais e os próprios assassinos, além de ler diários e cartas.
Todos os Homens do Presidente, de Carl Berstein e Bob Woodward
Em Todos os Homens do Presidente, os repórteres Carl Berstein e Bob Woodward contam os bastidores, os detalhes e o passo a passo da série de reportagens que produziram para o The Washington Post que culminaram na renúncia do então presidente americano Richard Nixon, em 1974. A história ficou conhecida como Caso Watergate e é considerada uma referência do jornalismo investigativo.
O Olho da Rua, de Eliane Brum
Se deseja entender melhor como uma matéria é produzida, O Olho da Rua é ideal para você. Na obra, a jornalista Eliane Brum reúne 10 reportagens que fez e conta os detalhes por trás da elaboração de cada uma, desde o processo de escrita até certos erros que podem ser cometidos e dicas para quem sonha em ser repórter. Além disso, o livro apresenta histórias de brasileiros em diferentes regiões do Brasil que enfrentam uma série de desafios no dia a dia.
Chatô, O Rei Do Brasil, de Fernando Morais
Chatô, O Rei do Brasil é uma biografia de Assis Chateaubriand, um dos maiores nomes da comunicação no país. O livro ao mesmo tempo narra a história da imprensa em boa parte do século 20.
Chatô era dono de um império midiático. Criador do grupo Diários Associados, que correspondia a uma série de revistas, emissoras de TV, estações de rádio e jornais e foi o maior conglomerado de mídia da América Latina. O empresário teve também uma intensa vida na política e na sociedade. Outro grande feito foi a criação do Masp (Museu de Arte de São Paulo). Na obra, Fernando Morais mostra que, apesar de uma personalidade polêmica, o empresário teve um grande impacto na modernização da imprensa brasileira, na cultura do país e até na política nacional.
Uma História Pessoal, de Katharine Graham
Quem sonha em trabalhar em uma redação não pode perder a oportunidade de ler Uma História Pessoal. É o livro de memórias da publisher Katherine Graham, que dirigiu o The Washington Post por quase 20 anos e participou da cobertura de vários acontecimentos marcantes, como a renúncia do presidente Richard Nixon. A obra também é uma aula sobre jornalismo ao mostrar como Graham tratava os repórteres e editores com quem trabalhava e a seriedade com a qual lidava com suas responsabilidades.
Mestres da Reportagem
Quer se aprimorar na arte de entrevistar enquanto conhece melhor a trajetória de grandes nomes do jornalismo? Mestres da Reportagem reúne 30 entrevistas com respeitados repórteres brasileiros, que contam sobre os bastidores de suas principais matérias, além de abordar a importância da área e técnicas de jornalismo. Entre os entrevistados estão Sônia Bridi, Eliane Brum, Goulart de Andrade, César Tralli e Ernesto Paglia.
Rota 66 – A História da Polícia que Mata, de Caco Barcellos
Vencedor do Prêmio Jabuti, em 1993, na categoria Reportagem, Rota 66 foi escrito por Caco Barcellos, um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro, após uma investigação jornalística sobre o trabalho da Polícia Militar de São Paulo entre as décadas de 1970 e 1990. A obra revela o “esquadrão da morte oficial”, denunciando milhares de assassinatos de pessoas inocentes cometidos pela polícia.
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Enem: notas passam a ser aceitas em 50 instituições de Portugal – Vestibular Brasil Escola
Inep anunciou o convênio com o IPAM da cidade do Porto para aceitar notas do exame brasileiro no ingresso das graduações.
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Amazon disponibiliza audiobooks grátis em português
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Restam poucas vagas para as provas digitais do Enem 2020 – Vestibular Brasil Escola
Quase todas as 100 mil vagas destinadas ao Enem Digital 2020 já foram ocupadas. Saiba como vão funcionar as provas digitais, que serão nos dias 22 e 29 de novembro.
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Ashwagandha: você conhece?
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A Ashwagandha (ou ginseng indiano), é usada há muito tempo pela medicina tradicional indiana com objetivo de aumentar a vitalidade e longevidade. Conheça! |
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Inspire-se: a estilista que ensina a criar roupas com tecido reciclado
“Em vez de pensar ‘eu tenho que saber tal coisa para fazer Moda, você precisa pensar ‘o que eu sei que eu posso aplicar na Moda?’” A inversão da lógica de trabalho e aprendizado é o lema de Cristiane Bertoluci, que se valeu também dessa estratégia para desenvolver seu mestrado em Têxtil e Moda na Universidade de São Paulo (USP).
Ao propor a produção de peças de roupa em tricô a partir da reciclagem de tecidos, ela não seguiu o procedimento convencional de começar pela escolha dos fios, por exemplo. Ao contrário, partiu da lógica “o que eu tenho e o que posso fazer com isso”. Partiu do resíduo como uma forma de resolver um problema.
Esse resíduo podem ser as peças de roupas que temos em casa e não usamos mais como também os chamados resíduos “pré-consumidores”: os que vêm das fábricas em forma de novelo e os tecidos defeituosos doados por empresas. Um relatório lançado no final de 2017 pela Fundação Ellen MacArthur trouxe um dado importante sobre a poluição gerada pela indústria da moda: a cada segundo, o equivalente a um caminhão de lixo cheio de resíduos de tecido é queimado ou descartado em aterros sanitários.
O saldo final da ideia transformadora de Cristina em converter esse “lixo” em algo novo foi a possibilidade de trabalhar com temas importantíssimos e que antes ela não imaginava que poderia abordar em um mestrado na área de Moda, como sustentabilidade, reciclagem e técnicas manuais no contexto atual. Para quem pensa que Moda se resume a desfiles e croquis, a trajetória de Cristiane mostra que vai muito além disso.
Quase sem receita
Antes de decidir que estudaria Moda, Cristiane já tinha se imaginado cursando Engenharia e até Administração. Prova de que não existe um “perfil ideal” ou mesmo talento nato para quem quer se aventurar nesse universo. “Eu sempre fui muito fã de Matemática, eu nunca imaginei que a minha profissão usaria tanta Matemática para desenvolver as criações”, conta. Por isso, para Cristiane, o essencial é gostar de Moda e ter interesse em se especializar em alguma coisa a partir da área, seja tintaria ou marketing. Para ela, o caminho foi o tricô.
A estilista já tricotava desde os 8 anos, mas também se interessava por processos mais tecnológicos. Em um estágio durante a faculdade teve a oportunidade de unir as duas coisas: trabalhou em uma empresa que trazia máquinas de tricô do Japão, capazes de produzir peças sem nenhuma costura em uma hora. A experiência de aprendizagem foi única, “principalmente na parte de modelagem, costura e programação. Essa receita de como fazer a peça foi muito legal”, relata.
Esses conhecimentos, aliados a outros que aprendeu na faculdade, foram essenciais para desenvolver mais tarde sua proposta de mestrado. Na parte de modelagem, por exemplo, que é quando se transforma em molde o desenho feito pela estilista, Cristiane precisou produzir uma modelagem simples, que pudesse ser reproduzida por outras pessoas que quisessem criar suas peças em casa.
Depois, teve que aplicar os conhecimentos de pontos e outras técnicas para conseguir criar peças leves, já que os fios de malha produzidos a partir do recorte de outras roupas é mais pesado. Além, é claro, dos conhecimentos de tendências para criar peças mais atemporais. “Se a ideia é transformar em uma nova peça não adianta transformar em uma nova peça que não será usada”, conclui.
Professora-estilista
Cristiane poderia bem ter criado e vendido uma linha de roupas a partir de sua pesquisa do mestrado. Ao contrário disso, resolveu “fornecer a ferramenta em vez da sua criação”, como explica. “O que surgiu disso são aulas, são cursos em que eu dou subsídio para a pessoa criar sua própria peça a partir dos materiais que ela tiver em casa”. Geralmente, propõe a confecção de peças mais simples como coletes e golas. E, mesmo com suas peças próprias, prefere “fornecer a receita” do que vendê-las.
Assim, segue fazendo – e ensinando a fazer – da experimentação, criação. Misturando diferentes cores, tecidos e fazendo combinações que muita gente ainda pensava ser impossível como moda e sustentabilidade!
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