Como diminuir a ansiedade – 10 Dicas práticas para aliviar a sensação de mal-estar

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Manual dos corretores da redação do Enem é ferramenta extra nos estudos

Todos os anos, o Inep divulga nos meses que antecedem o Enem uma cartilha com orientações sobre a redação do exame, com explicações sobre as competências avaliadas, recomendações gerais e exemplos de redações que atingiram a nota máxima nos anos anteriores. O material, é claro, é de grande ajuda, mas é uma explicação voltada aos candidatos. Agora imagine se você pudesse entender como funciona a correção pelos olhos das pessoas mais exigentes nesse processo? Agora você pode!

O Inep anunciou nesta segunda (26) a liberação do acesso a todos os manuais de correção da redação voltados aos corretores e que antes ficavam restritos apenas a eles. No site do instituto é possível baixar documentos individuais para cada uma das cinco competências avaliadas, além de um específico que analisa os casos que podem zerar a redação.

Em todos eles, inclusive no último, são apresentados trechos de redações escritas nas edições passadas para exemplificar os desvios que podem ser cometidos pelos candidatos. Isso quer dizer que, agora, além dos exemplos de redação nota mil da cartilha do candidato, os estudantes que farão o Enem 2020 também terão exemplos de quais deslizes podem comprometer seus textos.

Além de tudo isso, os manuais permitem também que os candidatos tenham uma noção mais clara da complexidade envolvida na correção da redação – que não perde muito para a Teoria de Resposta ao Item, aplicada para corrigir o restante da prova. Um dos manuais explica, por exemplo, que dentro de cada competência a nota do estudante pode variar em cinco níveis, e uma redação que apresenta uma excelente estrutura sintática mas muitos desvios gramaticais pode acabar no mesmo nível que uma outra de estrutura sintática deficitária mas pouquíssimos desvios. 

Você pode ler mais sobre esse e muitos outros procedimentos de correção da redação baixando os manuais nos links abaixo:

Manual de Correção da Redação – Competência 1

Manual de Correção da Redação – Competência 2

Manual de Correção da Redação – Competência 3

Manual de Correção da Redação – Competência 4

Manual de Correção da Redação – Competência 5

Manual de Correção da Redação – Situações que levam à nota zero

Enem 2020

Desde a última quarta-feira (20), o Enem 2020 não tem mais data definida para acontecer. Frente à pandemia do novo coronavírus, que paralisou as aulas em escolas de todo o país, o Ministério da Educação vinha sofrendo forte pressão para adiar o exame, que inicialmente ocorreria em 1º e 8 de novembro. Agora, uma nova data deve ser definida por meio de uma consulta pública no final de junho, quando os estudantes inscritos na prova optarão por um adiamento entre 30 e 60 dias do calendário original. 

Mesmo com o adiamento da prova, as inscrições para o Enem 2020 acabam nesta quarta (27). A taxa de inscrição esse ano custa R$ 85 e deve ser paga até o dia 28 de maio, exceto para aqueles que têm direito à isenção.

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O que significa, na prática, o adiamento do Enem de 30 a 60 dias

O Ministério da Educação finalmente anunciou na quarta-feira passada (20) que adiará o Enem 2020. A mudança veio um dia após o Senado votar a favor do adiamento da prova. O próximo passo seria a votação no Congresso, e o MEC já previa uma “derrota”. Antes disso, entidades estudantis, universidades e até influenciadores já vinham cobrando o governo pela mudança, alegando que a permanência da data prejudicaria os estudantes que estão há semanas sem aulas e enfrentando condições precárias de estudos em meio à pandemia do coronavírus. 

O adiamento, no entanto, não trouxe completo alívio e tampouco a certeza de que a prova será realizada em melhores condições. Enquanto alguns países cancelaram seus equivalentes ao Enem, adiaram por data indefinida a fim de avaliar o avanço da pandemia ou substituíram por outras avaliações, o ministro Abraham Weintraub anunciou que, por aqui, a escolha das datas do exame ficará a cargo dos candidatos que farão a prova. A consulta deve ser aberta no final de junho, quando os inscritos poderão votar na página do candidato por um adiamento entre 30 e 60 dias da data inicialmente prevista (1º e 8 de novembro). 

Em nota, o Inep (responsável pela organização do exame) não deu mais informações e, portanto, não é possível saber com exatidão o grau de liberdade que os candidatos terão para escolher entre essas datas. Porém, considerando o histórico do exame de ser realizado aos domingos, o calendário definido até o momento dos grandes vestibulares e outros fatores, avaliamos os possíveis cenários de realização do Enem 2020.

Os entraves do adiamento proposto pelo MEC

Embora o MEC tenha anunciado um adiamento do exame entre 30 e 60 dias da data original, na prática, é quase impossível encontrar uma data adequada dentro deste período– ao menos para os estudantes que pretendam fazer dois outros grandes vestibulares do país ou comemorar as festas de final de ano. Calma, a gente explica.

Caso o Enem se mantenha aos domingos de dois finais de semana consecutivos, como tem sido nas últimas edições, os candidatos poderão escolher entre as seguintes opções de data na consulta: 6 e 13, 13 e 20, e 20 e 27 de dezembro, ou 27 de dezembro e 3 de janeiro. Acontece que quase nenhuma dessas está completamente disponível para a realização das provas. No dia 13 de dezembro acontece a segunda fase do vestibular da Unesp, que seleciona 7.725 estudantes para seus 24 campi espalhados pelo estado de São Paulo. As duas primeiras opções de data ficam, então, inviabilizadas. Já a última opção é ainda mais complicada, uma vez que o primeiro domingo é justamente entre os feriados de Natal e Ano Novo (assim como na penúltima opção) e o outro bate com a data da segunda fase da Fuvest, que ainda não anunciou mudanças no seu calendário.

Isso tudo, é claro, se as outras grandes universidades não anunciarem mudanças nas datas de seus vestibulares – como a Fuvest e Comvest dizem já estar estudando – e o Enem se mantiver no formato dos outros anos. Na semana passada, técnicos do Inep revelaram ao jornal O Estado de S. Paulo que que estão analisando formas de adaptar o exame a um único dia. Nesse caso, e mantido o plano de adiamento já anunciado, o estudante poderia, teoricamente, escolher entre cinco datas: 6, 13, 20 e 27/12 e 3/1. Considerando os empecilhos dos feriados e das segundas fases da Unesp e Fuvest teriam apenas duas opções, 6 e 20 de dezembro. 

No final das contas, restaria pouco mais de um mês de diferença da data inicial, em um cenário em que ainda não é possível precisar se a situação da pandemia será mais amena. “Um mês é insuficiente”, defendeu o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Iago Montalvão, em entrevista ao UOL. Para a entidade, a mudança deveria ser vinculada ao calendário escolar, ou seja, enquanto não voltarem as aulas, não deveria ser fixada uma data para o Enem. 

Mais tempo de preparação?

A notícia do adiamento do Enem, ainda que por esse curto período estabelecido até o momento pelo MEC, soou como um “respiro” para muitos cursinhos preparatórios particulares, que alegam ter ganho tempo para preparar melhor seus alunos. O coordenador do grupo Etapa, Edmilson Motta, disse em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo que essas semanas ganhas podem ser uma oportunidade para revisar conteúdo nas últimas aulas, que ele acredita que já terão voltado a ser presenciais. Para Rafael Cunha, professor de redação e vice-presidente de Educação do Descomplica, será um período para os alunos estudarem temas que não costumam cair, adquirindo um “diferencial”. Os cursinhos e escolas privadas estão, em sua maioria, conseguindo adaptar-se ao modelo de aulas à distância. 

Mas o adiamento do Enem, embora beneficie a todos os estudantes, deveria ser pensado justamente para reduzir os danos àqueles de baixa renda, que estudam em escolas públicas e não estão em boas condições de estudar de suas casas. E, para esses, o adiamento em um mês do exame não representa um tempo “bônus” para revisar o que já foi aprendido, mas sim, quando muito, a chance de correr contra o tempo para recuperar o que foi perdido nos meses de isolamento. 

Considerando um cenário de volta às aulas presenciais antes do vestibular, esse tempo, embora insuficiente, será usado para preencher a lacuna deixada pelos quatro ou cinco meses de aulas à distância do cursinho popular MedEnsina, criado e gerido pelos alunos da Faculdade de Medicina da USP. A atual presidente do cursinho e aluna do terceiro ano de Medicina Andréia Bertoleti conta que embora o projeto tenha disponibilizado chips com 5 GB de internet semanais para os alunos sem acesso, muitos deles ainda não conseguem acessar integralmente alguns conteúdos oferecidos pelos professores, como lives e videoaulas, seja pela limitação de navegação ou por não possuírem computadores e bons celulares. A esses, resta preparar-se por meio dos resumos, roteiros e listas de exercício enviadas pelo MedEnsina. 

Andréia ainda lembra outras dificuldades que o perfil de alunos atendidos pelo cursinho enfrenta. Muitos deles não contam com um ambiente adequado para estudar em casa, sem estrutura física e possibilidade de se concentrar: “não é aquela maravilha que aparece no comercial do Enem com os alunos com uma mesa ideal, com uma iluminação ideal, cadeira ideal. Muitos precisam estudar na mesa da cozinha, e aí não tem silêncio”, relata.

Cuide da saúde mental e confie no seu potencial

Um cenário de tanta incerteza traz não só dificuldades de ordem prática na preparação para a prova como também uma pesada carga emocional – especialmente para vestibulandos com poucos recursos. Para esses, Andréia, que também já foi aluna do cursinho popular e passou pela jornada do vestibular para Medicina, tem algumas dicas. 

“Sempre falo para os alunos do cursinho preservarem a saúde mental com técnicas de relaxamento, fazendo o que gostam e tirando pelo menos um dia pra descansar e não fazer nada”, aconselha. Além disso, é importante também não se cobrar em excesso, sempre valorizando o esforço que foi feito até o momento. 

Andréia também indica manter a amizade com pessoas que estão enfrentando a mesma situação, sejam do cursinho ou da escola: “alguém que vai entender as angústias porque passa pela mesma coisa”, explica. 

Por fim, já que a previsão é continuar ao menos por mais alguns meses estudando de casa, vale o esforço em prezar por boas relações familiares, “entrando em acordo sobre horários de estudo, dividindo tarefas e vivendo em harmonia com a família e consigo mesmo”, finaliza. 

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Os impactos psicológicos do ensino a distância

Viver em meio a uma pandemia é um desafio: ficar isolado, com o medo constante da doença. Crianças e jovens (e professores) ainda precisam se adaptar a uma nova maneira de ensino, com as pessoas do outro lado da tela e os colegas distantes.

Com tantas mudanças e incertezas, essa nova rotina tem sido objeto de cuidado de muitos professores, orientadores e psicólogos. A Escola Sesc de Ensino Médio, do Rio de Janeiro, é um dos exemplo de instituições que, felizmente, estão conseguindo realizar um acompanhamento dos alunos.

Em março, os professores da escola-residência iniciaram um trabalho de transição do ensino presencial para o modelo baseado em ferramentas virtuais, como videoconferências, chats, videoaulas e podcasts. Desde então, os orientadores pedagógicos da escola estão monitorando comportamento dos alunos – principalmente os fatores emocionais provocados pelo isolamento social, com potencial de gerar danos ao processo de aprendizado.

A assistência emocional que a psicóloga da instituição, Adriana Antunes, prestava presencialmente aos jovens também precisou passar a ser online. Por meio de um questionário de bem-estar enviado semanalmente ao e-mail dos estudantes, ela avalia indícios de problemas emocionais e físicos que eles podem estar enfrentando em casa. A partir daí, é possível, com ligações ou troca de mensagens, entender melhor o que está passando e auxiliar.

Com base na experiência, a especialista contou ao GUIA sobre as questões emocionais que interferem diretamente no desempenho acadêmico e falou como lidar com elas. São pontos importantes para alunos, professores e familiares ficarem atentos durante esse momento delicado.

Nova rotina e sono desregulado

Adaptar-se a uma nova rotina não é tão simples para muitos alunos, que relatam problemas com ansiedade e sono desregulado. A situação e o contexto do ensino remoto fazem com que os estudantes se sintam ligados o tempo todo.  Além disso, muitos deles, em situação de vulnerabilidade, precisaram acrescentar atividades domésticas no seu dia a dia.  

Dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj)  mostram que os casos de ansiedade e estresse tiveram um aumento de 80% durante o isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus. O estudo foi feito por meio de um questionário online com mais de 200 perguntas, respondido por 1.460 pessoas em 23 estados, em dois momentos específicos, de 20 a 25 de março e de 15 a 20 de abril.

Adriana Antunes aponta a importância de estabelecer uma rotina funcional e viável, considerando as diferentes formas de lidar com a situação e os contextos familiares distintos. “Se eu não estou conseguindo dormir cedo, eu não posso colocar que eu vou começar a estudar às 6h da manhã. Não vou conseguir ter um sono reparador para que eu esteja pronta para as atividades do dia seguinte. Vamos pensar naquilo que é viável, depois a gente vai ajustando ao longo das semanas”, aconselha a psicóloga. 

Outra dica importante quando se fala de rotina é ver quais são as tarefas que devem ser realizadas no dia e alternar momentos de estudo, de convivência familiar e de relaxamento. 

Um olhar positivo

Apesar das dificuldades na adaptação, a especialista ressalta que essa nova rotina pode possibilitar um momento rico de autoconhecimento. Uma oportunidade de olhar para as dúvidas recorrentes, como qual área você gostaria de atuar ou qual o estilo de aprendizagem funciona melhor. “É o momento ideal para fazer o mergulho interno, ter curiosidade e experimentar novas práticas”, afirma Adriana. 

Além disso, ela observa uma mudança em relação ao olhar para o outro: “Esse cenário nos faz desligar a forma automática com que vínhamos lidando com as nossas relações pessoais. O simples fato de hoje perguntarmos como alguém está ou aconselhar que fique em casa mostra que esse cuidado está mais explícito”.

Luto

No Brasil, até o momento, são mais de 24 mil mortes. Muitos alunos estão lidando com a morte de familiares e amigos, ou com o medo de perder pessoas próximas que estão internadas. Faz parte do luto passar por diferentes fases, como a negação, a raiva, a negociação, até alcançar a aceitação.

Segundo a psicóloga, é hora de colo: de escutar o choro e deixar o jovem falar das lembranças que foram vivenciadas com aquela pessoa especial. É importante não negar o que está sentindo e entrar em contato com essa dor para que esse sentimento seja elaborado.

A iniciativa do artista paulista Edson Pavoni, por exemplo, aborda, com sensibilidade, todas essas perdas. Pensando em homenagear e trazer uma percepção mais humanitária das histórias e números das vítimas da covid-19 no Brasil, o artista, junto com voluntários de todo o país, criou o Memorial Inumeráveis.

Familiares ou pessoas próximas da vítima podem enviar as biografias e os relatos para o site do projeto. As homenagens ganham espaço e vida a partir de memórias construídas ao longo da vida.

 

A importância da psicologia na escola

“A psicologia na escola é um trabalho de acolhimento, de fazer com que alguns estigmas sejam quebrados, alguns processos sejam revistos e isso só é feito a partir de uma boa relação com diálogo”, explica Adriana. Mas ela fala que esse movimento não precisa, necessariamente, acontecer a partir de um psicólogo.

Dentro da escola e em casa, é importante manter as relações e dialogar. Isso faz com que não haja o sentimento de solidão. Além disso, a troca de experiências traz aconchego. Então esse lugar de escuta é absolutamente necessário em qualquer campo e pode ser criado por todos nós, alunos, professores, amigos e familiares.

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